Empresas apostam na gestão do conhecimento (wiki) em SST
Fonte: Revista Proteção
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom
Conduzir de modo satisfatório uma determinada atividade ou um grupo delas para o alcance de uma ou mais metas, que podem variar conforme a missão e a visão organizacional, eis o objetivo maior do gerenciamento. Para tanto, há uma série de requisitos a serem observados e, caso isso não ocorra, poderá haver prejuízos com dimensões e impactos que podem variar de um a outro caso. Tais perdas podem atingir as esferas administrativa, técnica, estratégica ou de processo, além da esfera financeira, que integra uma estrutura coordenada e interligada, sendo também afetada por extensão.
A gestão tem a função de “construir organizações que funcionem” e, para funcionar, todos os setores devem manter uma sinergia para que, como em uma engrenagem, uma ação isolada faça movimentar um todo. Essa, aliás, é uma receita de sucesso, ausente no plano de gerenciamento de muitas empresas.
É nesse sentido que a gestão do conhecimento e a exploração da informação científica muito têm a contribuir, não somente para as metas estratégicas institucionais, como “arma de negócios”, mas também em aspectos igualmente importantes, que muitas vezes passam despercebidos pela sociedade, como acontece com a Segurança e Saúde no Trabalho (SST).
O trabalhador precisa sentir-se realmente importante para a empresa e estar ciente do valor de seu trabalho para a organização. Um funcionário motivado é mais suscetível a realizar tarefas com deleite, resultando em valorização do produto, fidelização e ampliação da carteira de clientes, vantagem competitiva e reconhecimento do mercado. A combinação desses fatores se traduz em retornos financeiros que somente podem ser alcançados por meio da fusão de técnicas e ações. Esses fatores devem resultar em soluções de conquista de melhorias para algum aspecto organizacional.
Autores: Erika Alves do Santos e Simone Georges El Khouri Miragli.
Confira o artigo na íntegra na Revista Proteção de julho, edição 211.
Fonte: Revista Proteção - 28/7/2009