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sábado, 8 de agosto de 2015

Os Estados Unidos podem perder para China posto de maior economia do mundo







Publicado: 30/04/2014 16:08 BRT Atualizado: 30/04/2014 16:12 BRT


CHINA DRAGON FESTIVAL






PIB dos Estados Unidos deve deixar em breve de ser o maior do mundo pelo critério de paridade de poder de compra, de acordo com novo relatório do Banco Mundial

Um novo relatório do Banco Mundial divulgado ontem mostra que estão mudando os centros de gravidade da economia global.

Pela primeira vez desde 2005, o Programa de Comparação Internacional atualizou os seus dados e sua metodologia para medir o tamanho de 199 economias de acordo com o critério de paridade de poder de compra.

O "PPP" estima o PIB com base no real custo dos preços e serviços, como se todos os países tivessem uma moeda comum, e não nas taxas de câmbio, que são voláteis e dão um peso desproporcional para quem tem moeda forte.

China X EUA

De acordo com o relatório, a China teve em 2011 um PIB com valor equivalente a 87% dos Estados Unidos - um grande salto em relação a 2005, quando era de 43%.

Como a economia chinesa cresce cerca de duas vezes mais rápido que a americana, tudo indica que ela deve se tornar a maior do mundo ainda este ano em PPP.

Pelo critério de taxas de câmbio, o PIB americano (US$ 16,2 trilhões) ainda é quase o dobro do chinês (US$ 8,2 trilhões). Os EUA também ganham de lavada no PIB per capita, que é de US$ 50 mil - 5 vezes maior que o chinês.

Conclusões

O PIB mundial é maior com o critério de PPP (US$ 90 trilhões) do que com o critério de câmbio (US$ 70 trilhões). O critério de PPP também coloca os países de renda média como responsáveis por 48% do PIB global - muito acima dos 32% registrados pelo critério de taxas de câmbio.
O Banco Mundial aponta outras grandes mudanças que aconteceram no intervalo entre 2005 e 2011.
A Índia passou do décimo para o terceiro lugar entre as maiores economias do mundo, desbancando o Japão.

O Brasil é a sexta maior economia de acordo com o critério de câmbio e a sétima maior de acordo com o critério de paridade de poder de compra. Sozinho, o país é responsável por 56% do PIB total da América Latina.

Os países de renda alta são responsáveis por metade do PIB global apesar de terem só 17% da população mundial. Enquanto isso, os países de renda baixa tem só 1,5% do PIB e 11% da população.

As 6 maiores economias de renda média (China, Índia, Rússia, Brasil, Indonésia e México) tem 32,3% do PIB global, taxa praticamente igual aos 32,9% reservados para as 6 maiores economias de renda alta (Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Reino Unido e Itália).

O Banco Mundial também conclui que os quatro países mais caros para se viver são a Suíça, Noruega, Bermuda e Austrália. Os mais baratos são Egito, Paquistão, Myanmar e Etiópia.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Lâmpadas de LED – Mais Economia e Durabilidade ao Consumidor




 

 



Lampadas Led

 

 

 

 

Eficiente e recomendada nos dias atuais, a tecnologia LED, ou Diodo Emissor de Luz, foi lançada pela primeira vez nos anos 60.

Apesar de ser um componente eletrônico que emitia luz própria, sua força de emissão era baixa e, por isso, não foi adotada de imediato.

A evolução em todos esses anos fez do LED um componente fundamental em quase todos os aparelhos eletrônicos.

Hoje encontramos essa tecnologia em celulares, sistemas de som, vídeo, DVDs, televisores e eletrodomésticos.  Tal evolução criou, em 1999, um novo objeto: a lâmpada de LED.

Com a chegada desses produtos, consumidores que optaram pelo novo material viram a melhora na economia e na durabilidade, pois uma lâmpada de LED, em geral, tem duração de mais de 70 mil horas.

Na comparação econômica, essas lâmpadas proporcionam até 80% de redução de energia e possuem acendimento instantâneo, evitando desperdícios.

Além disso, o consumidor economiza na manutenção, pois, juntamente com a alta durabilidade, elas têm baixa voltagem de operação, evitando choques, explosões e riscos de incêndios.

O LED é a melhor opção para empresas que querem economizar na conta e melhorar o visual de um ambiente, uma vez que o conjunto de lâmpadas pode criar painéis e quadros que chamam a atenção.

As lâmpadas de LED também funcionam em várias cores. Além disso, o material não emite calor e não atrai insetos. Outro ponto positivo para esse tipo de lâmpada é seu benefício para o meio ambiente e para o desenvolvimento sustentável.

Essa tecnologia não utiliza materiais nocivos como o mercúrio, e a ausência de ultravioleta, e de infravermelho, garantem também benefícios à saúde das pessoas.

Ainda ganhando espaço no mercado, as lâmpadas de LED terão grande espaço no mercado, principalmente com a evolução tecnológica de seu material principal.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Thomas Malthus



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.















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—Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)






































Thomas Malthus



Nascimento15 de fevereiro de 1766
Surrey,  Inglaterra
Morte23 de dezembro de 1834 (68 anos)
Bath,  Inglaterra
Influências




Influenciados




Escola/tradiçãoMalthusianismo1
Principais interessesPolítica, Demografia, Economia, Macroeconomia
Ideias notáveisTeoria populacional malthusiana

Thomas Robert Malthus (Rookery, perto de Guildford, 14 de fevereiro de 1766 — Bath, 23 de dezembro de 1834) foi um economista britânico. É considerado o pai da demografia por sua teoria para o controle do aumento populacional, conhecida como malthusianismo.1

Filho de um culto e rico proprietário de terras, terminou os estudos no Jesus College (Cambridge) a partir de 1784, onde obteria um posto em 1793. Maltus tornou-se pastor anglicano em 1797 e, dois anos depois, iniciou uma longa viagem de estudos pela Europa.2 Casou-se em 1804.


Índice







Malthusianismo



Ensaios


Em 1805, foi nomeado professor de história e de economia política em um colégio da Companhia das Índias (o East India Company College), em Haileybury.2 Expôs suas ideias em dois livros conhecidos como "Primeiro Ensaio" e "Segundo Ensaio". No primeiro, de 1798, ele especificou:

"Um ensaio sobre o princípio da população na medida em que afeta o melhoramento futuro da sociedade, com notas sobre as especulações de Mr. Godwin, M. Condorcet e outros escritores."
Já o segundo, de 1803, foi descrito como:

"Um ensaio sobre o princípio da população ou uma visão de seus efeitos (...) passados e presentes na felicidade humana, com uma investigação das nossas expectativas quanto à remoção ou mitigação futura dos males que ocasiona."1
Tanto o primeiro ensaio (o qual apresenta uma crítica ao utopismo) quanto o segundo (em que há uma vasta elaboração de dados materiais) têm como princípio fundamental a hipótese de que as populações humanas crescem em progressão geométrica. Malthus estudou possibilidades de restringir esse crescimento, pois os meios de subsistência poderiam crescer somente em progressão aritmética. Segundo ele, esse crescimento populacional é limitado pelo aumento da mortalidade e por todas as restrições ao nascimento, decorrentes da miséria e do vício. Seus dois ensaios estão permeados de conceitos cristãos como o mal, a salvação e a condenação.

Malthus escreveu também "Princípios de economia política", em 1820, e "Definições em economia política", em 1827.2 Em suas obras econômicas, Malthus demonstrou que o nível de atividade em uma economia capitalista depende da demanda efetiva, o que constituía, a seus olhos, uma justificativa para os esbanjamentos praticados pelos ricos.2 A ideia da importância da demanda efetiva seria depois retomada por Keynes.1


Discípulos


Suas obras exerceram influência em vários campos do pensamento e forneceram a chave para as teorias evolucionistas de Darwin e Wallace. Os economistas clássicos como David Ricardo, incorporaram o princípio da população às suas teorias, supondo que a oferta de força de trabalho era inexaurível, sendo limitada apenas pelo fundo de salários.

Para Malthus, assim como para seus discípulos, qualquer melhoria no padrão de vida de grande massa é temporária, pois ela ocasiona um inevitável aumento da população, que acaba impedindo qualquer possibilidade de melhoria.1

Ele foi um dos primeiros pesquisadores a tentar analisar dados demográficos e econômicos para justificar sua previsão de incompatibilidade entre o crescimento demográfico e à disponibilidade de recursos. Apesar de ter assumido popularmente que as suas teses deram à Economia a alcunha da "ciência da desesperança" (dismal science), a frase foi na verdade cunhada pelo historiador Thomas Carlyle em referência a um ensaio contra a escravatura escrito por John Stuart Mill.

Thomas Malthus representa o paradigma de uma visão que ignora ou rebaixa os benefícios da industrialização ou do progresso tecnológico. Ernest Gellner afirma em Pós-modernismo, razão e religião:

"Previamente, a humanidade agrária vivia num mundo malthusiano no qual a escassez de recursos em geral condenava o homem a estritas e autoritárias normas sociais, à dominação tanto por tiranos quanto por concidadãos ou por ambos."
Para o autor, a diferença entre as classes sociais era uma consequência inevitável. A pobreza e o sofrimento eram o destino para a grande maioria das pessoas.


Referências



 

 


  1. Eduardo de Freitas. Thomas Malthus (em português) R7 Brasil Escola. Visitado em 21 de dezembro de 2012.




Ver também


Economia da Escassez ou Economia da Produção


28 de março de 2011
Por: Paulo Yokota | Seção: Economia, Editoriais | Tags: , ,


Diante das dificuldades pontuais pelas quais passa o mundo, abrindo-se muitos jornais econômicos do mundo que dependem fortemente das publicidades de instituições financeiras, nota-se a volta de sentimentos semelhantes aos que foram apontados por Thomas Robert Malthus no início do século XIX, de que a humanidade seria dizimada pelas fomes e pelas doenças. Acabou-se chamando esta doutrina de malthusianismo, que sempre volta à tona com novas versões, ainda que sempre desmentida pela realidade. Poderia-se chamá-los de adeptos da economia da escassez, que sempre vai existir neste ramo do conhecimento, que acaba determinando juros elevados e lucros fabulosos para o setor financeiro.

Todos os desafios acabaram sendo superados pelos aumentos de eficiência que, mesmo com recursos limitados, proporcionaram produções crescentes, contribuindo para a melhoria do bem-estar de toda a população. Eles dependem das pesquisas e dos desenvolvimentos tecnológicos. Muitos se esquecem que o papel dos economistas sempre foi o de promover a produção e o desenvolvimento, superando as limitações existentes. Se elas não existissem, não haveria sentido para existência desta arte, que se denomina economia política, que pouco tem de científico.

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Thomas Robert Malthus

Que o mundo se globalizou ninguém duvida, e uma temporária redução de algumas produções com os terremotos, tsunami e radiações no Japão acaba afetando determinadas atividades produtivas em muitas partes do mundo. Ora, os mecanismos de mercado funcionam, acabando por responder com produções mais eficientes para atender a demanda existente, ou será que todos os produtores do mundo ficarão com os braços cruzados? O Wall Street Journal, num artigo reproduzido pelo Valor Econômico, lista uma série de setores que estão sendo afetados temporariamente. Será que se esgotou a capacidade dos empresários para localizarem alternativas, com o aumento da produção dos concorrentes dos japoneses? Será que os japoneses eram detentores de monopólios tecnológicos em que somente eles poderiam suprir o mercado? Assim fosse, não estariam passando por décadas de baixo crescimento, por falta de desafios que agora enfrentam no processo de sua reconstrução.

Outro artigo nos mesmos jornais expressa as preocupações com os elevados endividamentos públicos nos países desenvolvidos, informando que estão nos seus limites, coibindo suas possibilidades de responder aos atuais desafios como os que ocorrem no mundo árabe, na Europa como no Japão. Isto não cria oportunidades para o setor privado, ou mecanismos novos como os público-privados, como desejam muitos economistas e dirigentes políticos destes países? Será que a humanidade não veio dando, ao longo de sua história, demonstrações de sua capacidade criativa para superar estas dificuldades?

E os muitos países emergentes, que já foram mais poderosos no passado, como a China e a Índia, não estão novamente em ascensão? Acrescentem a eles civilizações milenares como os que construíram a Babilônia e o Egito, quando a Europa ainda era realmente bárbara.

Que existem ciclos na economia está mais que comprovado pelos dados objetivos, e que desafios sempre foram superados, ainda que com mudanças dos personagens principais. Mas não é esta democracia, criando novas oportunidades para muitos, que está na preocupação da maioria do mundo? Ou serão privilégios de pseudo elites aristocráticas ou monárquicas que estão caindo…

Pode ser que o domínio do setor financeiro, até pela necessidade de controle dos seus abusos, acabe cedendo espaço para o desenvolvimento tecnológico e sustentável.